Já ouviu falar em esporotricose?

Quando resolve-se adotar ou comprar um bichinho, é necessário se atentar a certos fatores. Manter a vacinação em dia, levar ao veterinário regularmente, administrar vermífugos e estar atento ao surgimento de carrapatos e pulgas, por exemplo, passam a ser rotinas de um bom tutor. Mas, para os donos de gatos, especificamente, é preciso ficar de olho em uma doença em especial: a esporotricose.

Para além da saúde dos bichanos, é preciso saber que esta é uma zoonose - ou seja, uma doença que é transmitida entre animais e seres humanos. Desta forma, se prevenir e saber seus principais sintomas é essencial para manter um ambiente saudável ao seu redor.

A esporotricose, como é chamada comumente, é causada por um fungo chamado Sporothrix schenckii. Ele entra no organismo através de feriadas abertas e corpos penetrantes, como espinhos, por exemplo. Por isso, a doença se dissemina em locais com bastante vegetação — é uma doença que se encontra no solo, nas cascas das árvores e nas plantas em geral.

Apesar de poder infectar humanos e cachorros, é nos gatos que a esporotricose causa maior dano. Felinos têm o hábito de enterrar as fezes nestes locais e também costumam arranhar árvores e madeiras, por isso, a doença se dissemina com maior facilidade entre eles.

Existem três fases da doença. A primeira é a forma cutânea, onde pequenas feridas vermelhas com secreção começam a aparecer na pele. A segunda é a linfocutânea, quando as características anteriores evoluem para úlceras, com comprometimento no sistema linfático. O estágio mais avançado da esporotricose é chamado de forma disseminada, quando as úlceras são generalizadas pelo corpo e causam febre, problemas respiratórios e até mesmo anorexia.

Daniel Cooper, médico veterinário e diretor de operações do plano My Pet, explica que é preciso estar atento para que a doença não avance rapidamente nos bichanos. “Ao primeiro sinal de erupções e vermelhidão na pele do gato, deve-se levá-lo ao veterinário, pois, uma vez evoluída para a fase disseminada, a esporo se torna mais difícil de tratar. Além disso, a transmissão para humanos pode ser feita pelo arranhão de um gato contaminado. Desta forma, o tratamento precoce ajuda a cuidar da saúde não apenas do felino, mas também de seu tutor e pessoas de sua convivência” conclui Daniel.

Caso note alguma alteração na pele ou no comportamento de seu gato, procure um veterinário. Os profissionais My Pet estão prontos para atender e oferecer o melhor tratamento possível para os seus bichinhos durante todo o ano.

Mais Notícias

Fique atento à saúde do seu pet durante o inverno

Leia mais

Informações por telefone e primeiros-socorros podem ajudar a salvar o seu pet

Leia mais

My Pet e DrogaVet: uma parceria pelo bem-estar animal

Leia mais