Atendimento domiciliar: quando se torna a melhor opção?

O atendimento veterinário em domicílio pode ser uma ótima opção para facilitar a vida de tutores que têm uma rotina corrida. A falta de tempo do papai ou mamãe de pet pode ser um fator determinante na falta de acompanhamento médico dos bichinhos. Mas, para além da praticidade, receber um profissional em casa pode ser uma ótima estratégia para os cães e gatos com problema de socialização.

A facilidade de marcar um horário para receber um profissional de saúde veterinária é um ótimo argumento favorável ao atendimento domiciliar para os animais de estimação. Neste contexto, é possível se programar com antecedência e agendar a consulta para o dia e horário que melhor atendem o tutor.

A consulta em casa também pode ser uma ótima aliada para cuidar da saúde daquele bichinho que não se sente confortável saindo de seu habitat. Alguns pets se sentem extremamente inseguros e ameaçados em ambientes desconhecidos e isto pode gerar um desconforto na hora de leva-lo ao hospital – o problema pode começar desde a hora de colocá-lo na caixinha de transporte.

O problema da adaptação costuma ser mais comum em gatos do que em cachorros. Raquel Silas, diretora do plano My Pet, explica que os bichanos liberam uma espécie de cheiro que remete ao sentimento de medo. E este é um dos motivos pelos quais, ao chegar em uma clínica veterinária, o animal costuma se sentir ainda mais exposto a ameaças.

“O gato fora de casa, normalmente, está acuado. Clínicas veterinárias são ambientes que têm cheiros de medo e eles sentem isso. Os felinos são muito sensíveis. Não que o cão não seja, mas é mais fácil fazê-lo mudar de opinião, fazendo um carinho, por exemplo”, explicou Raquel, em live realizada no perfil do Instagram Canal de Estimação.

Ainda assim, é preciso estar atento ao fato de que cada animal é único e apresenta características individuais – é possível ter um gato que goste de passear ou um cachorro que se sente ameaçado em ambientes desconhecidos. Para evitar traumas e transtornos, a melhor saída é observar e conhecer bem o bichinho, para, assim, adaptar as necessidades dele às possibilidades existentes.

Apesar da maior praticidade, é preciso reforçar que o atendimento domiciliar não é recomendado em todos os casos e nem para todos os tratamentos. A visita do veterinário em casa deve ser utilizada em consultas e realizações de procedimentos simples, como por exemplo aplicações de vacinas e exames de sangue. Casos mais complexos, como ultrassonografias, raio-x e cirurgias, por exemplo, devem ser realizados em ambientes hospitalares, que estão aptos para oferecer mais segurança e conforto para o paciente, com toda a estrutura necessária.

Em casos de sintomas que possam indicar algum problema de saúde, como vômitos ou diarreias, Raquel sugere atenção redobrada ao bichinho para saber qual o melhor tipo de atendimento. Se acontecerem de forma pontual ou espaçada, um serviço de emergência domiciliar pode ser uma boa opção. Caso os sintomas sejam recorrentes e em um curto espaço de tempo, a ida ao hospital não deve ser dispensada.

“O gato ou cachorro já está estressado por estar passando mal. Se o tutor ainda o leva para um ambiente estranho de um hospital, isso pode deixá-lo mais estressado e piorar o estado. Neste sentido, eu acho que é legal chamar um veterinário em casa. Mas se ele teve muitos vômitos em um período curto de tempo, não tem o que fazer além de correr para a clínica”, disse.

O plano My Pet foi criado exatamente para proporcionar o cuidado veterinário em domicílio, estando pronto para atender o seu bichinho a qualquer dia e horário. Além disso, disponibiliza aos clientes convênios com hospitais veterinários, que podem ser usados nos casos que demandam cuidados mais complexos, como em internações e cirurgias. Nos hospitais conveniados o ciente My Pet tem descontos especiais no pagamento dos serviços prestados. E o que é melhor: toda essa facilidade pode ser proporcionada ao seu cão ou gato por uma mensalidade justa e acessível.

“Hoje, o atendimento domiciliar não tem um custo mais alto, como tinha antigamente. É possível gastar até mesmo menos do que indo a um hospital veterinário”, finalizou Raquel.

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